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3ª postagem sobre a série "Caminhos da Energia"




Neste terceiro trabalho sobre a série, faça um breve relato do uso da energia nuclear no Brasil. Cite as vantagens e desvantagens dela para nós, tanto em impactos positivos quanto negativos. Se desejarem, vocês poderão citar outras fontes de energia alternativas
utilizadas no Brasil para enriquecer esta comparação.

Comentários

  1. Bom, o governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.
    Uma das principais críticas a esse modelo de produção de energia é o impacto ambiental. O processo produz resíduos radioativos conhecidos como lixo nuclear, que deve ficar armazenada em locais seguros, geralmente subterrâneos, até que a radioatividade se disperse. Além disso, existe o risco de acidentes de alto impacto socioambiental que lançam radioatividade na atmosfera, provocando inúmeras mortes e deixando a região contaminada por décadas.
    Alunas: Mariana, Marcela, Lorena e Andressa.

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  2. O Brasil investe em energia nuclear desde a segunda metade da década de 1960, de forma que a primeira usina termonuclear construída no país, chamada de Angra I, foi inaugurada no ano de 1974. Na década de 1980, por sua vez, iniciou-se a construção da usina de Angra II, cuja operação comercial ocorreu somente a partir de 2001 em razão das sucessivas paradas na execução das obras. Atualmente, encontra-se em operação o projeto para a construção da usina de Angra III, que, assim como as demais, encontra-se no estado do Rio de Janeiro.Entre as vantagens das usinas nucleares, podemos citar o seu preço relativamente baixo em comparação a outras fontes, incluindo o petróleo; não emitem poluentes para a atmosfera; possuem um fácil transporte de suas matérias-primas; não ocupam grandes áreas; entre outros fatores. Já entre as desvantagens das usinas nucleares, podemos mencionar o fato de elas utilizarem fontes não renováveis; os riscos de acidentes; a poluição térmica dos rios gerada pelo descarte da água empregada nas usinas; o alto preço em termos de investimentos; além da dificuldade de descarte do lixo radioativo gerado.
    ALUNOS; CAIQUE,ADONIAS,GUSTAVO,JANDERSON

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  3. O governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.Claudivania suiane valdislene e jhenifer.

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  4. O governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.Claudivania suiane valdislene e jhenifer.

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  5. o governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.
    Uma das principais críticas a esse modelo de produção de energia é o impacto ambiental.

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  6. o governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.
    Uma das principais críticas a esse modelo de produção de energia é o impacto ambiental.

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  9. o governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.
    Uma das principais críticas a esse modelo de produção de energia é o impacto ambiental. O processo produz resíduos radioativos conhecidos como lixo nuclear, que deve ficar armazenada em locais seguros, geralmente subterrâneos, até que a radioatividade se disperse. Além disso, existe o risco de acidentes de alto impacto socioambiental que lançam radioatividade na atmosfera, provocando inúmeras mortes e deixando a região contaminada por décadas.o governo do Brasil começou a investir na década de 1960, quando comprou de uma empresa estrangeira a Usina de Angra I, para a geração de energia elétrica com base na nuclear. Além da Usina de Angra I, o governo brasileiro previa a construção de mais de oito Usinas. No entanto, somente a Usina de Angra II, foi construída. Juntas as duas representam 2% da produção de energia elétrica do país, sendo que o estado do Rio de Janeiro, onde ambas estão localizadas, é altamente dependente da energia gerada por elas.
    Uma das principais críticas a esse modelo de produção de energia é o impacto ambiental. O processo produz resíduos radioativos conhecidos como lixo nuclear, que deve ficar armazenada em locais seguros, geralmente subterrâneos, até que a radioatividade se disperse. Além disso, existe o risco de acidentes de alto impacto socioambiental que lançam radioatividade na atmosfera, provocando inúmeras mortes e deixando a região contaminada por décadas.

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